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Alunos de Ceilândia lembram os ataques de 11 de Setembro
Brasília, 16 de setembro de 2011
Conselheiro para Assuntos de Educação, Imprensa e Cultura John Matel entrega um certificado de reconhecimento para a a diretora da Escola Classe Número Oito, Valdirene Reis de Souza Duarte.
Alunos entre sete e oito anos de idade da Escola Classe Número Oito em Ceilândia Norte, uma das cidades satélites no Distrito Federal, receberam o conselheiro para Assuntos de Educação, Imprensa e Cultura John Matel, o adido de Imprensa, Dean Cheves e a adida Cultural interina, Charlotte Peterson, no dia 12 de setembro de 2011, para lembrar os 10 anos dos ataques de 11 de setembro. Esse encontro aconteceu 10 anos após a Escola Classe Número Oito entregar uma bandeira em solidariedade para a Embaixada dos Estados Unidos após os ataques.
Essa história começou alguns dias após os ataques e quando os alunos da escola confeccionaram e entreguaram para a Embaixada dos EUA uma colagem em formato da bandeira e com mensagens de esperança para o povo americano e, desde então, a colagem tem sido mantida na embaixada em Brasília.
Como parte das homenagens às vítimas do 11 de setembro e da campanha “Superação”, diplomatas visitaram a escola e se reuniram com a diretora da escola Valdirene Reis de Souza Duarte, a ex-professora e a ex-diretora da turma de 2001, Janete da Costa Silva e Iolanda Alves da Costa. Dois ex-alunos que ajudaram a preparar a colagem, Arthur Oliveira, 18 e Izabela Tudrei, 17 também estavam presentes. "A gente era muito pequeno, não tinha ideia da importância do que tinha acontecido, mas todo mundo ficou chocado", disse Arthur.
Durante a cerimônia, o conselheiro John Matel entregou um TV de tela plana, um aparelho de DVD, livros didáticos e dois murais produzidos por um grupo de grafiteiros de Ceilândia, Kollors Kingz. O conselheiro também agradeceu a diretora da escola, os colaboradores, os professores e os alunos da Escola Classe Número Oito pela a bandeira que se tornou um símbolo da amizade, esperança e respeito entre as pessoas do Brasil e dos Estados Unidos. "Enquanto nos lembramos das vítimas de mais de noventa países e lamentamos a sua perda, lembramos também que o apoio que recebemos de todas as partes do mundo nos ajudou a suportar a nossa dor e seguir em frente. O gesto dessa escola emocionou os colaboraores da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil naquele momento difícil ", disse o conselheiro.
